E eu não sei que hora dizer, me dá um medo...
Silêncio...
Quando as palavras demoram a sair da boca, você pensa a cada segundo o que vai dizer. O que será que irá pensar? Tentando ser sutil ao dizer te quero, procurando os melhores verbos. Sentindo-me menino a cada instante. Louco? Não sei. Um longo silêncio entre você e eu, o que será? Não sei. O silêncio aguça a minha curiosidade, curiosidade de você. É quando as palavras são medidas, as rimas são pensadas. No estômago uma coceira, na voz palavras que prefiro guardar por um momento. Um incômodo ao pensar que incomodo. Mais um breve silêncio. Noite e dia, os dias seguem tranqüilos, as noites frias parecem ganhar um tempero a mais. Não sei o que dizer ainda me pego por um lastro de racionalidade. Coisas dos homens de hoje em dia, pensar muito antes de agir e agir muito através da razão. Somado a isso tudo, ainda existe um lado em mim que não sabe lidar muito com as coisas do coração, o outro lado é sonhador. Coloco-me numa balança, onde o peso busca o equilíbrio na vontade de ser feliz e o outro lado, me chama a uma realidade. Mas como dizer que te quero? Como se dizer enamorado? Como não parecer infantil? Tantas perguntas, muitas respostas dentro de mim. Talvez o medo que me cerca venha das vivências anteriores. E a palavra impulso me sai à boca. Ecoa por meus ouvidos me trazendo mais uma vez a realidade. Nessas horas, prefiro o conforto do silêncio. De tudo dito, o silêncio é o que mais responde, é o que mais aquece o coração, é o que mais adoça a alma. Em contra partida, eu não sei o que dizer; apenas relatar a vontade de lhe ouvir, de escrever e de mais uma vez me calar. Silêncio.
Quando as palavras demoram a sair da boca, você pensa a cada segundo o que vai dizer. O que será que irá pensar? Tentando ser sutil ao dizer te quero, procurando os melhores verbos. Sentindo-me menino a cada instante. Louco? Não sei. Um longo silêncio entre você e eu, o que será? Não sei. O silêncio aguça a minha curiosidade, curiosidade de você. É quando as palavras são medidas, as rimas são pensadas. No estômago uma coceira, na voz palavras que prefiro guardar por um momento. Um incômodo ao pensar que incomodo. Mais um breve silêncio. Noite e dia, os dias seguem tranqüilos, as noites frias parecem ganhar um tempero a mais. Não sei o que dizer ainda me pego por um lastro de racionalidade. Coisas dos homens de hoje em dia, pensar muito antes de agir e agir muito através da razão. Somado a isso tudo, ainda existe um lado em mim que não sabe lidar muito com as coisas do coração, o outro lado é sonhador. Coloco-me numa balança, onde o peso busca o equilíbrio na vontade de ser feliz e o outro lado, me chama a uma realidade. Mas como dizer que te quero? Como se dizer enamorado? Como não parecer infantil? Tantas perguntas, muitas respostas dentro de mim. Talvez o medo que me cerca venha das vivências anteriores. E a palavra impulso me sai à boca. Ecoa por meus ouvidos me trazendo mais uma vez a realidade. Nessas horas, prefiro o conforto do silêncio. De tudo dito, o silêncio é o que mais responde, é o que mais aquece o coração, é o que mais adoça a alma. Em contra partida, eu não sei o que dizer; apenas relatar a vontade de lhe ouvir, de escrever e de mais uma vez me calar. Silêncio.


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